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Complicações do Diabetes Mellitus

Complicações do Diabetes Mellitus

 

     A elevação da glicemia a longo prazo, acarreta lesões em várias partes do organismo, de maneira que as doenças cardiovasculares representam a principal causa de morte (52%) nos diabéticos tipo 2. A obesidade e hipertensão arterial presentes frequentemente nestes pacientes ajudam a entender isso.

   Outra complicação presente é a nefropatia diabética, presente em 40% dos diabéticos e é a principal causa de insuficiência renal em pacientes que ingressam em programas de diálise. A mortalidade em programas de hemodiálise é maior do que a dos não-diabéticos. Cerca de 40% dos pacientes morrem no primeiro ano de tratamento, principalmente por doença cardiovascular.

    Outra complicação é a Retinopatia Diabética (RD) que acomete cerca de 40% dos pacientes e é a principal causa de cegueira entre 25 e 74 anos. A maioria dos casos de cegueira (90%) é relacionada à RD e pode ser evitada através de medidas adequadas, que incluem, além do controle da glicemia e da pressão arterial, a realização do diagnóstico em uma fase inicial e passível de intervenção. Essas medidas diminuem a progressão das alterações retinianas, não revertendo os danos já estabelecidos. Por isso é muito importante que seja feito o diagnóstico da RD em suas fases iniciais antes que lesões que comprometem a visão tenham ocorrido. 

 

 

Comentários

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  • 13.mar.2017

    Fique atento! Cerca de 50% dos diabéticos ainda não receberam o diagnóstico, ou seja nao sabem que estão doentes. 

  • 06.mar.2017

    A Demência pode apresentar diversas formas e causas. Dependendo do tipo pode ser reversível ou controlada. Algumas atitudes muitas vezes inusitadas ou constrangedoras podem ser um sinal da doença.

    Você sabia que controlando os fatores de risco para demência, também controla risco para infarto?

  • 06.mar.2017

    Genes podem falar se você tem risco de desenvolver algum tipo de câncer.
    O exemplo de Angelina Jolie ilustra um pouco o que dizemos aqui.

  • 15.jan.2017

    Imaginemos uma pessoa com câncer de mama, e faremos uma breve viagem , com início no ano de 2500 a.C., em que não havia tratamento; até o  ano 500 a.C.;em que Atossa, rainha da Pérsia, enfaixava a mama doente para ocultá-la, até que não suportando mais o desconforto, pediu a um escravo que extirpasse seu seio com uma faca, e uma forma de mastectomia  primitiva se inicia.